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sexta-feira, 4 de março de 2011

♥ novas peças prêt-à-porter ♥ :)


Hoje venho mostrar-vos então as primeiras peças Prê-à-Porter (nome sugerido pela Tânia e que sem dúvida, é melhor que o meu 'low-cost') de que falei ontem.













Des petites princesses...=)





Objectos do imaginário feminino... um espelho, um sapato de salto alto.
Elementos em bronze envelhecido e lacinho em latão (idem). Pérolas sintéticas e cristal transparente.

(dimensões aprox: 4cm)

 



Mais dois objectos femininos. =)
Ando numa disto, que querem?...

(dimensões aprox: 3cm)








Bronze e latão. Cristal facetado rosa-pálido.





 



As promised... les caisses.




Usei feltro em bruto (lã, portanto), para acolchoar a coisa. Que acham?










Disponíveis, ambos. 

Info para: jaqueline.ana@gmail.com

(7,00 princesas)



segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

♥ Olha... cloisonnés de novo...♥ ;D


Ahh, pois é, já tinham saudades dos Cloisinnés? Pois aqui estão mais alguns, a lembrar a opulência de Joalharia barroca, tão delicada quanto detalhada. Têm algo de Marie Antoinette, estes brincos. Vous non concordez pas avec moi?

Em tons primaveris. :)





Blanc, com pérolas, cristais facetados rosa clarinho, elementos em cobre envelhecido.
Agrada-me a combinação. Será por ser branco?...

 (duuhhhh, Ana, estás a ficar demasiado previsível...)





Esta caixinha faz-me lembrar tecidos de chita, não sei porquê. A vocês não?
Papel japonês, modelo de caixa com janela, divisórias interiores.





Em verde, com cristal facetado, conta 'gota' jumbo em verde claro, elementos em latão envelhecido.

 















Ângela aqui, novamente, a lançar cartas na área da fotografia de modelo! ;D




Adoro esta foto, ai... ai...






Disponíveis, ambos.

Mais info: jaqueline.ana@gmail.com

(12,00 marias antonietas)



A domani***********




quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

♥ Passarinhos, once again...♥ =)



Estou a morrer de sono, mas não consegui resistir a vir deixar aqui mais duas peças novas!  Já tinha as fotos 'técnicas', em que mostro a peça em detalhe, mas acabei de vir de casa da minha amiga Ângela, onde lhe pedi para posar para as fotos que eu chamo de 'mostrar como fica posto'. 


Gosto sempre de ter isso: contextualizar a peça, pô-la em contacto com o corpo, que é a dicotomia que mais interessa a quem a pretende adquirir. Explorar essa relação jóia-corpo é incorporá-la no dia-a-dia, no real. De outro modo ela torna-se um bocado obsoleta. Está só ali. Em cima de um sítio. Por muito bonita que a composição possa ser, é sempre uma natureza morta.


Ahhh... não há nada que substitua isto! =)


E ficaram lindas. Obrigada Ângelocas!!*******








Ideia desta peça: passarinho a voar, tentando fugir da chuva. Acho que eles não gostam muito... depois ficam com as penas molhadas. :)




Passarinho em latão envelhecido e contas 'gota' em vidro opaco branco.








Caixinha Origami, modelo janela, com divisórias e surpresas dentro. Papier japonga.




Que liiiiinda! =)


















Outro passarinho, neste caso, uma pomba, com as asas abertas, tentando evitar que as mesmas se ensopem de chuva cristalina.





Prateado envelhecido e gotas em vidro.








Caixinha, bla bla bla... (leiam em cima)... :)




Trés feminine...


















Disponíveis ambos, qualquer coisa, mailem: 

jaqueline.ana@gmail.com

(13,00 passarins)


sábado, 19 de fevereiro de 2011

Ahh... e tal... :)



Olá de novo.


Hoje estou brutalmente cansada e com vontade de descanso. Têm sido dias e semanas intensas. Para ajudar à festa tenho-me sentido algo em baixo fisicamente. Falarei disso depois.


Mas passemos ao que vos interessa: as novidades. :)


Aqui deixo hoje algumas peças novas, com mochos, e, amanhã e durante o fim de semana vou intercalando com outras novidades, não propriamente ligadas ao trabalho, mas que queria partilhar com vocês.







Mochinhos cor de rosa. Com conta 'gota' de vidro rosa e terminais em latão envelhecido.










 




 




 



Mochinhos em verde claro, com flores-campânula em lucite em rosa claro. Vidro facetado verde e terminais em cobre envelhecido.


 











Mochinhos em amarelo com conta 'gota' de vidro opaco verde. Conta em forma de estrelinha amarela, em olho de gato (pedra semi-preciosa). Terminais em latão, also envelhecido.









 Todos entregues em caixinha quadrada, modelo de janelinha e divisórias, com surpresas lá dentro.





Ahh... gostam da casinha de pássaros? =) Foi um projecto meu. Comprei a casinha em balsa (aquela madeira meio-merdosa para fazer maquetes, sabem?) e decorei-a. Fiz um vídeo a mostrar, quando o editar, ponho aqui para vocês verem.




Dimensões aprox: 4cm (sem contar com o gancho que fica na orelha).

Disponíveis. 

Mais info através de: jaqueline.ana@gmail.com


(14,oo mochos)




(P.S- não quis ofender ninguém ao chamar a balsa de 'madeira meio-merdosa', ok, eventuais Srs. arquitecto/as que leiam o blog...) ;)

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

♥ Novidades artísticas e espirituais ♥ =)

Olá amigos e amigas! =)

Não tenho andado muito por aqui, eu sei, pelo facto peço-vos desculpas mas hoje venho aqui partilhar uma data de coisas boas que me têm acontecido e que gostaria de vos contar. Não conseguirei dizer tudo agora mas, a seu tempo, vou partilhando convosco as descobertas que se têm efectuado e instalado em mim.

Muita coisa tem acontecido nas últimas semanas. Parece-me que os dias são mais compridos, apesar da mudança horária e, segundo o senso comum, serem mais curtos (e oiço toda a gente a queixar-se disso), a verdade é que, para mim, têm sido compridos no sentido em que, em cada um deles, vivo muita coisa, aprendo muita coisa! =)

Tenho aprendido. Tenho vivido e, sobretudo, tenho olhado de modo diferente para a realidade que me rodeia. Como devem ter percebido (pelo menos, alguns de vós, que lêem as letras que aqui escrevo), já há uns anos que comecei o meu caminho de auto-descoberta e de procura. Esse processo tem-me levado a muitos sítios, feito pensar muitas coisas e descobrir outras mais. Além da psicoterapia, do ioga, da acupunctura que já me deram bastantes respostas, (tanto a nível físico como espiritual) embarquei agora numa nova aventura: a hipnose! 

Sim, leram bem. A hipnose clínica é uma terapia muito focalizada nas emoções e na maneira como nós lidamos com elas. Graças a uma amiga muito especial (que apareceu na minha vida no momento mais oportuno possível e por causa da qual eu agradeço diariamente ao Universo por a ter feito cruzar o meu caminho), comecei agora esta aventura que, até agora (depois de 4 sessões) tem efectuado mudanças avassaladoras em mim.
Não pensei sinceramente que conseguisse ser sugestionável ao ponto de a hipnose poder surtir efeito, mas, para vos dizer a verdade, a hipnose, ou o transe hipnótico (como lhe queiram chamar) não tem nada a ver com aquilo que nos chega, de pôr pessoal a imitar galinhas e depois não se lembrar de nada.

Como me foi explicado (pela terapeuta que, além do mais, é um Ser humano maravilhoso), o estado hipnótico é um estado de plena concentração, não de inconsciência, como muitos de vós pensam (e também eu pensava), mas sim de plena consciência! Ou seja, a nossa mente nunca desliga. Nós lembramos-nos sempre de tudo. A questão é só no 'desligar' das outras sensações, emoções, barreiras que nos prendem. Nós criamos barreiras inconscientes enquanto estamos acordados. Na hipnose, o trabalho é feito a um nível mais profundo porquê? Porque o terapeuta vai tratando de nos 'sintonizar', de nos conduzir àquilo que realmente importa e que é a razão que nos leva lá (no meu caso, os ataques de pânico) e de a trabalhar, sem o resto das emoções, que, nessa altura, não estão lá a fazer nada.

Ou seja, é como desenhar, ou tocar, ou criar (para mim), foi como ela me explicou. É um estado de concentração muito grande, no qual nós estamos atentos apenas ao que estamos a fazer, o resto, pura e simplesmente, desliga-se, deixa de fazer falta. E portanto, quando ela me diz algo como 'Ana, tu és uma pessoa forte e confiante', eu acredito e programo o meu cérebro para pensar e me sentir assim, ao passo que, estando consciente, tenho os meus medos e dúvidas a 'sabotar' esse sentimento. E, como essa sugestão, feita mais directamente ou indirectamente (depende dos casos) é feita num estado muitíssimo permeável, acreditem que começam a reprogramar todos os padrões de pensamento e de comportamento que tinham anteriormente. E isto não tem nada de mágico nem de esotérico. É, tão pura e simplesmente, uma ESCOLHA vossa, que é feita em plena cosciência.

Para dizer a verdade, todo este processo tem tido várias abordagens. Começei tudo mais ou menos ao mesmo tempo. Não sei precisar bem, pois estas coisas não são bem quantitativas ou cronológicamente situáveis mas, se me puser a pensar nisso, começou praticamente há um mês, esta fase mais intensiva.
Estava a ficar absolutamente bloqueada com a questão dos ataques de pânico e de eles me impedirem de fazer a minha vida normal, como sair de casa e, mais precisamente, ir a Lisboa sozinha. Conseguem imaginar? Provavelmente não. Não vos censuro. Eu própria antes de ter o meu primeiro ataque de pânico não era capaz de compreender até que ponto podemos ter atitudes e comportamentos irracionais quando estamos nesse estado.

Mas o que é um facto é que as emoções nos dominam nesse momento e nos toldam o pensamento racional. Não sei bem explicar o que começa primeiro, é um conjunto de situações psicológicas, fisiológias e emocionais que, no culminar, se tornam avassaladoras. Para mim começava (sim, reparem no pretérito perfeito) com um pensamento: "Epá, era muita chato dar-me uma coisa 'daquelas' agora..." e pimba. Era só dar a sugestão para ele já lá estar. E, a partir daí, eram desencadeados processos físicos decorrentes desse pensamento, que são os normais numa situação de alerta: coração acelerado, transpiração, respiração hiperventilante, formigueiro e dormência nas extremidades (mãos e dedos, pernas e pés), tonturas... tudo sintomas da hiper-oxigenação do sangue e do cérebro.

Bem, como eu li num livro que ando a ler ( já lá vou), nestes casos, como as sensações são despoletadas por um pensamento e não por uma situação real, a ansiedade não tem por onde escapar, por isso mesmo, torna-se tóxica para o organismo. Se isto acontecesse numa situação de alerta/fuga, o meu corpo teria um estímulo exterior ao qual responder e reagia. Mas como a situação era interna, não existia para além da minha cabeça, a energia toda como que 'entupia' o meu corpo e tornava-se assim prejudicial.

No meu caso, além de ser uma questão psicológica, existe aqui uma componente física importante que se manifesta através de um problema hormonal do qual sofro há cerca de 5, 6 anos. É uma história comprida, mas, para abreviar, é uma desregulação e hipersecreção de certas hormonas e que acabam por me tornar mais reactiva a situações de ansiedade do que outras pessoas que não tenham esta disfunção. Estou a tratar o problema através da acupunctura pois, desde a altura em que ele surgiu, a medicina convencional tem demonstrado muitas lacunas e falhas. Tanto ginecologistas, como endocrinologistas, como dermatologistas, enfim... olhem, já nem vos sei dizer ao certo por quantos médicos diferentes passei e quantas opiniões diferentes ouvi... sei que nenhuma delas me deu soluções verdadeiras para o problema.

Cada uma focava-se no sintoma da sua especialidade e nada mais. Ao passo que o meu acupunctor olhou para todos os sintomas em conjunto e fez um diagnóstico global. E foi preciso que todas as outras falhassem para eu ir dar aqui, onde estou. :) Como vêem, é tudo uma questão de percepção. De tirar o que importa do que acontece. De não me isolar e bloquear no pensamento " Mas porque é que isto não se resolve?", "Porque é que isto me está a acontecer a mim?" e sim de perceber que estas situações foram necessárias para me levarem onde estou. É o percurso que interessa, não o destino.

Entretanto, queria falar-vos de um livro absolutamente espantoso que comecei a ler, do Eckhart Tolle. Chama-se "Um novo mundo". Não sei se alguém aqui já ouviu falar dele ou se, inclusivé, já o leu mas... garanto-vos... está a ser uma viagem e peras!!=)
Posso honestamente dizer-vos que é um livro que muda a vossa vida. Aliás, o livro não muda a vossa vida, ele é apenas uma ponte, um instrumento, pois VOCÊS é que SE mudam e, consequentemente, mudam a vossa vida.
Comecei a lê-lo pois estava cá em casa já há uns anos e eu sempre ouvi falar dele, através de um amigo muito próximo, que também despertou para esta nova consciência. Decidi começar a lê-lo pois esta altura pareceu-me deveras acertada para isso. E ainda bem que o fiz! =)

Dou-vos este conselho: leiam-no. Podem até ter algum cepticismo em relação ao que vão ler na capa, na sua sinopse, tudo isso. Bem sei que eu tive. Mas mantenham uma mente aberta e verão que aquilo de que o livro vos fala é algo de tão profundo e verdadeiro a cada ser humano que é impossível não o entender.
No princípio tive algumas dificuldades em entender o senhor. Isto porque, aquilo que eu estava a ler fazia-me muito sentido, sim, mas estava a faltar-me compreender totalmente onde ele estava a querer chegar. Ainda estava demasiado presa a certas maneiras de pensar. Mas comecei a libertar-me de algumas delas e houve mesmo uma altura em que senti que me tiravam um véu da frente dos olhos. Esse véu não é mais do que o nosso pensamento, toda a nossa personalidade e carga e bagagem emocional que nos condicionam a pensar de acordo com aquilo que sabemos.

Bem, não queria divagar muito nem soar demasiado abstracta, mas...:)  queria apenas dizer-vos que este livro é o responsável pelo meu renascimento. Sim, sinto isso. Que renasci. Isto porque, as coisas das quais ele fala são coisas que eu me lembro de sentir desde muito pequena (8,9,10 anos). Ou seja, já na altura eu sentia isso como parte do meu SER e não tinha lido nada, não sabia nada, não falava de nada disso com ninguém. Apenas as sentia. Pois agora sabe muito bem ver alguém verbalizar ideias, sentimentos e emoções que, para mim não são estranhas pois sempre fizeram parte de mim! =)  É como se as reencontrasse. Daí eu dizer que, aquilo de que ele fala, é tão verdadeiro e profundo que não dá para não se perceber.
Pode ser que vocês até nem tenham nunca sentido essas coisas, que as sintam pela primeira vez agora, mas uma coisa vos garanto: elas são universais! São unas e estão presentes em cada um de nós.


(...)

Bom, para não vos chatear mais, vou passar ao que se costuma fazer aqui neste blog que é mostrar fotografias e dar-vos uma boa parte de mim: o meu trabalho. :)

Mas queria ainda dizer obrigado às pessoas que vão ler este texto. E que costumam ler os meus textos. Porque, daqui em diante, é possível que passem a haver mais uns quantos. Disso e doutras coisas, como já referi naquele post em que digo que, às vezes, dá-me vontade de partilhar aqui outras coisas que não as minhas peças: partes da minha vida, coisas que vejo, que sinto. E decidi que este espaço que, ainda por cima, tem o meu nome, tem de ser isso mesmo: um reflexo de mim mesma.
Espero que gostem. Espero poder partilhar muito mais convosco. Para os que não quiserem ler, podem sempre fazer scroll down! O mundo democrático e o livre-arbítrio são fantásticos! ;)


Bem hajam********





Então é assim: temos novas miniaturas para as orelhas, com uma escala bem pequena, com pormenores de silicone. Os cupcakes da moda (aos quais também já me rendi, obrigada Verinha, por me teres oferecido aqueles óptimos nos meus anos, fizeram-me mudar de ideias), em diversos sabores.
































Petits, petits...



Vanillaaaa....

E também gelados. :)
Bem sei que está frio, mas quando estes foram feitos ainda estava suportável para comer gelados. Pensem nisto como um interlúdio quente, no meio do Outono frio e chuvoso.








Menta e chocolát...la la la








Pistachio e smarties...

(aqui entre nós, não acharam sempre o gelado de pistáchio bom na teoria, mas depois na prática...?)








Fresaaaaa...












Ok e agora estes...
eu admito, prontos, ok, eu sou mesmo maluquinha, passadinha dos carretos, mas o que é que querem?!?!

Lembrei-me de fazer uns mini Perna de Pau quando estava a comer um nos Açores. E tive de fazê-los como manda a lei: com o pauzinho de madeira e tudo.
(cortei lascas de um palito com um x-acto daqueles de médico. fiu, fiu, fiu, assobia e tal.. que não é nada...)








"oohh, she's a maniac, maaaaniac..."












E, pensamento análogo: o Clássico, EPÀ!


















Os Clássicos da Olá.
Acham que eles me vão processar? Alguém conhece um bom advogado?... just in case.





 Photobucket


Ahh, é verdade... tenho mais uma novidade: tenho uma máquina nova! =)
Agora até me passo com a qualidade das fotos.
E até já faço estas animações catitas, sozinha, estou tão orgulhosa de mim mesma!! Quem me viu e quem me vê... ;)


Beijos*******



(10,00 guloseimas)