sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Fimo Candy =)

Estive embrenhada numa descoberta estas últimas semanas e andava em pulgas para postar aqui as fotos… :) Ora bem, voltei um bocado ás raízes e fui pegar no FIMO, um material que já conheço há vários anos, back in the days quando eu fazia caixinhas com fadinhas e cogumelos mágicos, forrava cigarreiras e copos de vidro. É um material que me agrada muito, dada a sua maleabilidade e as suas possibilidades infinitas. É bastante resistente, também. Voltei a pegar nele, por causa de um anel que comprei a uma rapariga, num site chamado artesãos.com ( loja virtual com muitos artesãos), a Joana Conde. Comprei-lhe um anel com um ratinho super amoroso e com uma fatia de queijo. :) Assim que o recebi pelo correio, fiquei com o bichinho do Fimo e, desde então, tenho andado a redescobrir a pólvora! Desta feita, decidi aplicá-lo num conceito completamente diferente. Pastelaria! Ora, quem me conheçe minimamente bem, sabe que sou uma gulosa inveterada, sem perspectivas de cura :). Sendo assim, quem é como eu, não vai conseguir resistir a estes encantos que têm tanto de minucioso, como de deliciosamente real. Vi algures à venda na net uns frutinhos minúsculos em Millefiore, uma técnica que é bastante conhecida, que consiste nums tubinhos com um motivo lá dentro, que depois se podem fatiar. Ora, estes em questão, eram de kiwizinhios, moranguinhos, melanciazinhas, limõezinhos, etc… aqui a yours truly, ficou encantada e pensou logo em mandar vir. A questão é que não encontrei ninguém que mandasse isso cá para este fim de mundo. Conclusão: como eu sou teimosa e como quando meto uma coisa na cabeça, sei que sou capaz de a fazer, decidi fazer os meus próprios! :) Por isso, essas bananinhas, moranguinhos, laranjinhas, etc, que vêem nas fotografias, são autênticos, feitos a la mano, tal como ditam as regras. (isto é para aquelas pessoas que, quando chamam as minhas coisas de ‘caras’ eu tenho de explicar o trabalho por detrás de cada coisinha e de cada elemento). Pois é, como já sabem, eu gosto de pôr a minha alma e o meu carinho em tudo o que eu faço e é por isso que ainda hoje fico magoada quando alguém olha para as minhas coisas e não percebe o trabalho artesanal e o tempo dispendido para cada coisa e as compara às que compram nos chineses do Martim Moniz. Pronto, já chega do discurso reivindicativo, vou passar a explicar: Brincos minúsculos. Com os bolos comuns de pastelaria: mil folhas, pirâmide, xadrês, torta de chocolate, queques com cobertura de chocolate e, os meus favoritos ( e do meu papá), os húngaros!:) Feitos em Fimo, com fecho de espetar atrás. Não adianta colocar as dimensões, creio que a moeda de um cêntimo dá para ter a noção do tamanhinhoJ Sim, já sei, vão dizer que sou maníaca! São entregues numa caixinha de Origami em papel metalizado e com forma de rebuçado.
( 6,50 tortas)

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Alianças

Mais um projecto de Joalharia. Este para mim é bastante especial. Por um lado, porque foi o primeiríssimo projecto na área da Joalharia, quando eu entrei para o Ar.Co há cerca de dois anos e meio. Por outro, porque estas foram feitas à minha medida e do meu passarinho. :)
O conceito do projecto era a União e essa ideia aplicada ao símbolo físico da Joalharia: as alianças de casamento.
Depois de ler o exercício, decidi logo que queria que as minhas alianças se encaixassem ou se unissem de algum modo, mesmo antes de ter qualquer ideia do seu formato.
Acabei por chegar a esta forma que considero que exprime de forma sublime tudo o que eu quis transmitir.
O amor é união: a peça, em si, fisicamente, une-se.
Quando estamos de mãos dadas, é possível encaixá-las uma na outra.
O amor é infinito: as alianças, vistas de cima, as duas juntas, formam o símbolo do infinito ∞.
Anatomia sexual: a aliança masculina tem um gancho que se encaixa na fenda da aliança feminina.:)
A aliança masculina, quando não está encaixada na feminina, adapta-se ao dedo médio e assim não causa desconforto nem se torna um empecilho.
Depois fiz a embalagem. Um dos requisitos nos projectos desta escola era termos de desenhar a embalagem de suporte das peças que criávamos.
Aqui, usei um material plástico da Canson, polipropileno em folha, um material que oferece muitissímas possibilidades na criação de diferentes objectos: cadernos, embalagens, candeeiros, ou até malas, como eu já mostrei neste post.
Nesta embalagem, utilizei porcas e parafusos para a montar e ela pode ser remontada mudando a configuração e reposicionando os parafusos. As alianças sustentam-se encaixando no material e ficam suspensas, dando um ar de leveza ao conjunto. Para rematar, coroei a embalagem com duas violetas verdadeiras, que condiziam com a côr do plástico. O aspecto final do conjunto remete-me sempre um bocado para o formato do bolo de casamento.:) Até que não me importei muito, uma vez que o tema andava aí por essas bandas.
O material: latão com banho de ouro.

Anel Fritsch

Ora bem, desta feita vou postar umas fotos de uma área em que também trabalho muito mas que ainda não tinha falado: Joalharia.
Este anel foi um dos projectos que fiz enquanto frequentei o Ar.Co. Neste momento estou noutra escola, a Contacto Directo.
Este anel foi inspirado numa peça de um joalheiro alemão, Karl Fritsch, e fez parte de um projecto que fiz sobre este autor. Um autor muito interessante, cujas peças, á primeira vista não me disseram grande coisa mas que, depois de saber o processo por detrás da sua criação, me disseram muito.
Este senhor pega em quase todos os academismos e fórmulas 'sagradas' da Joalharia que quase ninguém questiona e subverte-as completamente. Utiliza materiais nobres como o ouro sem dar acabamentos, sem evidenciar o que de mais nobre o material tem; pega em 'carradas' de pedras preciosas e amontoa-as sem grande aprumo e de forma quase negligente. Vão ver, para poderem ter uma abordagem deveras diferente da Joalharia.
O anel é feito em prata de 925 milésimas. O objectivo do exercício era redesenhar uma peça de um autor escolhido por nós e a peça final teria de recorrer a várias técnicas de montagem sem recorrer a soldaduras. Neste caso, toda a montagem que fiz foi através de encaixes e recortes.
Nas minhas peças, tanto na Joalharia como na Bijutaria, gosto de explorar o lado mais excêntrico da forma, fazer jóias que, como muita gente diz, são "pouco práticas". Isto porque acho que as jóias podem dar-se ao luxo de serem maiores, ou com protuberâncias, se forem encaradas numa perspectiva de que não as iremos usar todos os dias, mas apenas em ocasiões especiais, como aquele vestido que até aperta quando nos dobramos, ou aqueles sapatos de salto alto que nos fazem doer os pés mas que nós usamos só de vez em quando...
Alguém me disse uma vez em relação a este assunto: " Queixam-se que as jóias não são práticas. e andar de saltos altos? Também não é prático. E, no entanto, todas as mulheres usam!" Acho que esta opinião espelha bastante o que quero dizer quando alguém diz o mesmo em relação a este anel.:)
O meu professor diz que " Se as pessoas querem ter jóias para dormirem com elas e andarem 24h por dia com elas e tomarem banho com elas, não é o tipo de jóias que fazemos na Joalharia artística ou denominada de autor. Que vão ás Parfois e Bijus comprar esse tipo de produto, porque o que nós fazemos é explorar conceitos diferentes e inesperados".
Concordo com ele. Para mim, os acessórios servem não apenas para espelhar algo sobre nós, mas também para nos sintonizarmos com o que gostamos, com o que vemos, ou como costumo dizer, 'andar com um bocado do mundo como extensão de nós próprios'.
Faço muitas peças com formas esvoaçantes, intrincadas, com elementos espetados e que se salientam... assimétricos. Porque tento captar em cada um deles, a regra da Natureza, do Cosmos, daquilo que está ao nosso redor.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Pato Fortunato

Novidades fresquinhas!!...=)
Pois é, tenho andado meio desaparecida e com muitas novidades para contar. Nem sei bem por onde começar.
Primeiro, aprendi a fazer Origami. Algumas das pessoas mais próximas já sabem, aliás, estão carecas de saber, uma vez que ando sempre com papelinhos atrás, ehehe...:)
Para aqueles que não sabem, aqui fica a história. Há coisa de uns dois ou três meses, num Sábado à noite em que não me apeteceu sair, decidi ir pesquisar no youtube algo sobre Origami. Bem dito, bem feito! Foi o melhor que podia ter feito. Logo ali, até às 3 da manhã fiquei a fazer passarinhos, estrelinhas, caixinhas, etc...
Devo dizer que o youtube é o melhor sítio actualmente para quem está à procura de tutoriais acerca do que quer que seja. Sério! Se procuram informação ou vídeos que mostrem como se faz alguma coisa, lá encontram quase de certeza.
Posto isto, fui aperfeiçoando a técnica, vi alguns livros, pesquisei noutras páginas e fui arrecadando conhecimento. Para começar, o melhor é, sem dúvida, com vídeos. Faz-se enquanto se vê, pausa-se, pôe-se para trás para ver melhor, enfim, é o melhor para se começar a aprender. Contudo, convêm procurar-se alguma informação escrita, para se saber certos termos da gíria, como o nome das dobragens, as bases ( formas regulamentadas que servem de base para muitas formas de origami).
No conjunto de links que tenho em baixo, com os sítios que gosto, podem ver que pus lá alguns sites acerca de Origami. Muito bons.
Eu sempre quis aprender a fazer Origami, por isso fiquei tão contente por ter descoberto tudo isto sozinha e por iniciativa própria. Aliás, as últimas coisas que aprendi na minha vida ou que, mais correctamente, meti na cabeça que queria aprender, foram todas por este método: ir procurar informação. Feltrar com a agulha, comprei uma revista em que explicava como se fazia. Anéis de cristal Swarovsky, a mesma coisa, comprei uma revista que ensinava os esquemas. Não é tão difícil quanto se pode pensar, acreditem! Basta termos um bocadinho de vontade e paciência e conseguimos. E sabe muuuito melhor quando, no final, olhamos para uma coisa que acabámos de fazer e sentimos que o desafio nos deu um gozo tremendo. Por isso, acreditem que conseguem. E se precisarem de ajuda, não hesitem em pedir, claro! Há imensos sítios, fóruns, etc em que podem conversar com malta disposta a compartilhar conhecimentos. Houve uma pessoa que me ajudou e mandou um link para fazer um Origami muito bonito, uma rapariga da Roménia que tem um blog, a Adina Paun, muito simpática, não deixem de espreitar o blog dela.
Bem, depois do testamento, passo a apresentar os novos produtos:
Aqui vemos mais uma vez o Pato Fortunato, cuja história já foi descrita aqui. Pregadeira em feltro macio, entregue em embalagem de Origami pentagonal bicolor, com um tsuru (passarinho) em miniatura.
Esta embalagem foi uma das primeiras que aprendi a fazer e é muito bonita.
( 8,00 patos)
Já dei esta informação a algumas pessoas, mas passo aqui aos que ainda não tive a oportunidade de dizer: Na quinzena da juventude, cá no Barreiro, vou fazer três workshops, todos eles nos Espaço J. Um de Origami, claro :), um de Feltragem com Agulha e ainda outro de Fimo. As inscrições ainda não estão abertas, creio, mas assim que souber quando estarão, eu aviso. Em todo o caso, podem ligar sempre para o Espaço J para pedirem informações. O número é: 21 207 14 93
Mas atenção que as inscrições estão limitadas a 7 participantes, por isso, não deixem para a última ;). Cada workshop destina-se a jovens dos 14 aos 35 anos têm um custo de 5 euros por cada inscrição, com materiais incluídos.


segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

The Return of The Jedi

Em primeiro lugar, queridos leitores, quero pedir as minhas mais humildes desculpas pelo 'desaparecimento', sei que muitos de vocês devem estar ansiosos por novidades. Muito embora a vontade não me faltasse, a minha gestão de tempo não é a melhor e também devido a uma fase mais complicada ( que as pessoas mais próximas estão a par) deixei de actualizar este meu cantinho. A todos vós as minhas sinceras desculpas. Posto isto, vou publicar apenas duas ou três novidades que isto já é tarde e eu tenho de combater a insónia que amanhã é dia de aulinhas. Mas prometo não partir de novo ;)
Estes são os mais recentes elásticos de cabelo que tenho. Para quem já conhece algumas das personagens, não é preciso explicar. Quem ainda não conhece, pode ver a história do Pato Fortunato (o patinho amarelo) aqui.
Os outros, passo a apresentar:
O bichinho azul é o Melvin. O Melvin é um bichinho muito amoroso apesar do seu ar afectado. O seu ar estranho leva-nos a pensar que é um psicopata, mas Melvin, se lhe fôr dada a oportunidade, é um bom amigo. Ainda não se sabe ao certo que tipo de bicho ele efectivamente é.
A abelhinha amarela não tem nome mas sabe-se que é uma prima afastada da abelha Mimi. Fugiu de casa e procurou abrigo na colmeia da prima. Desde aí, nunca mais se foi embora.
Os outros bichinhos são avulsos, não têm nome ainda e não sei se irão ter. Como sabem, por vezes faço bichos sem que tenham necessariamente um passado.
(3,5o bichos)

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Pregadeira 'Galáxia'

Pregadeira em fio de inox com aplicações de missangas e pedras de diversos materiais. Como outras criações que já mostrei aqui no blog, estas peças de bijutaria têm uma mescla de materiais: missangas, contas de vidro, pedra e cristal Swarovsky. A parte interna é um 'emaranhado' de fio de latão colorido com missangas de vários formatos. As 'antenas' são coroadas com materiais mais nobres, como o vidro, cristal, etc.
A ideia era a de uma galáxia, dentro de uma espiral... a sua forma, aliás, as formas desta série de peças são inspiradas ou na Natureza (corais, flores...) ou no Cosmos.
Deve ser usada em tecidos de malha ou com uma trama larga, para não deixar marca.
Dimensões aprox: 9 x 4,5 cm
Todas as peças de bijutaria são vendidas numa embalagem em PVC feita por mim, desenhada de modo a proteger as peças do transporte bem como do seu armazenamento em casa.
(18,00 galáxias)

sábado, 27 de setembro de 2008

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Anéis Floridos

Anéis floridos em pasta de papel. A técnica consiste em fazer 'bolinhas' de papier-maché (pasta de papel), deixar secar completamente durante um dia ou dois (se estiver calor, um dia basta). Em seguida, pinto estas silhuetas de flores com um pincel mega fininho e tinta acrílica preta. As imagens de flores são inspiradas num livro que tenho de botânica com milhentas espécies e fotos de flores.
Por último, a cor é dada com marcadores (sim, é verdade) da Molin, a MELHOR MARCA DE MARCADORES DE SEMPRE que, infelizmente, já não existem para comprar. Os que eu tenho são uma colecção (bastante boa, devo dizer) dos que ficaram da infância. Ainda bem que nunca me livrei deles...=)
Estes anéis, bem como os meus crachás são pintados com estes maravilhosos marcadores mágicos que não deixam nem uma marca de sobreposição e deixam a superfície homogénea. Como a pasta de papel é feita essencialmente de isso mesmo, papel, pode ser pintada com a maior parte de utensílios ( marcadores, aguarelas, lápis de côr, canetas de feltro, etc).
Levam uma camade de verniz para proteger a cor e o anel é colado na base com cola de silicone, muito resistente. O anel é regulável.
Dimensões aprox: 2,5cm diâmetro (tecnicamente, não têm diâmetro porque são elipses e não circunferências, mas isso agora não interessa nada...)
(4,00 flores)

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Libelinha Cristalina :)

Ganchinho vertical para aplicar no cabelo, como aqueles antigos das nossas avós que só prendem num apanhado ou num carrapito. A libélula é feita em arame de inox (a estrutura interna e as asas) e depois revestida a fio de latão colorido e missangas de vários tons e formatos, a maior parte delas brilhantes, o que torna a peça muito glamorosa e faz com que se destaque no meio do cabelo. As 'antenas' são rematadas com contas de vários materiais: plástico, vidro, pedra e cristais Swarovsky. Algumas delas são polidas a fogo e levam acabamentos iridescentes que, mais uma vez, fazem sobressair a peça. Dimensões da libelinha 6 x 6 cm (aprox) Gancho 6 cm Todas as peças de bijutaria vêm numa embalagem de PVC feita por mim, de modo a proteger as peças e a poder guardá-las com segurança. ( 16,00 libelinhas)

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Novas Bolsinhas

Estas novas bolsinhas são feitas em feltro (menos o Pato, feito em malha polar) forradas e com molas de pressão a fechar. São costuradas à máquina e à mão.

Passo a apresentar cada personagem e respectiva história. A abelha verde é o Raimundo. A sua história já foi publicada neste post anterior. As suas dimensões: 14,5 x 13 cm

O patinho amarelo é o Fortunato, o Pato do Futuro. O Fortunato é um pato que viaja no tempo devido à sua anatomia fusiforme capaz de atravessar o espaço contínuo. O seu bico serve-lhe de propulsor e as patas de acelerador. Fortunato visita-nos do futuro.

Dimensões: 22 x 13 cm

O coelhinho vermelho é o Boris. Boris é um coelho meio vesgo que gosta de cenouras, como qualquer coelho e de dançar ao som de Carcass (banda de black metal). Ninguém diria, mas por detrás do seu olhar oblíquo esconde-se um ser carinhoso e compreensivo.

Dimensões: 20 x 9 cm

Falta o porquinho que ainda não tem nome ou história... às vezes é mesmo assim, não tenho nenhuma ideia e acabam apenas por sair bichos avulsos.

(13,00 bichos)

Pregadeiras com 'cheirinho'

Pregadeiras em feltro, bordadas à mão, em forma de folhinhas. O segredo está no enchimento... além do Dracalon do costume, misturei alfazema seca, o que dá um aroma bastante agradável. Quando usadas na lapela ou perto do decote, soltam o seu magnífico e calmante aroma duranto o dia. Quando se quer uma maior 'pujança' do aroma, basta premi-las umas quantas vezes com os dedos... isso ajuda a soltar o óleo perfumado dos grãozinhos da planta.

Dimensões aprox: 5 x 3,5 cm

(6,00 folhas)

Novos Crachás

Finalmente tive tempo ( e disponibilidade emocional) para postar novamente. Peço desculpa pela ausência de novidades, mas aqui vão mais peças fresquinhas.
Ora, aqui temos uma série de crachás em pasta de papel, cuja colecção se chama 'Impressões'. São impressões de esqueletos de folhas, em que todas as nervuras são visíveis. Levam uma camada de aguarela por cima, de cor contrastante.
Dimensões aprox: azul 4 x 1,5 cm
verde 3 x 3 cm
rosa 3 x 3 cm
castanha 5 x 1,2 cm
Prende atrás com alfinete.
(3,50 folhas)