Estive embrenhada numa descoberta estas últimas semanas e andava em pulgas para postar aqui as fotos… :)
Ora bem, voltei um bocado ás raízes e fui pegar no FIMO, um material que já conheço há vários anos, back in the days quando eu fazia caixinhas com fadinhas e cogumelos mágicos, forrava cigarreiras e copos de vidro. É um material que me agrada muito, dada a sua maleabilidade e as suas possibilidades infinitas. É bastante resistente, também.
Voltei a pegar nele, por causa de um anel que comprei a uma rapariga, num site chamado artesãos.com ( loja virtual com muitos artesãos), a Joana Conde. Comprei-lhe um anel com um ratinho super amoroso e com uma fatia de queijo. :) Assim que o recebi pelo correio, fiquei com o bichinho do Fimo e, desde então, tenho andado a redescobrir a pólvora!
Desta feita, decidi aplicá-lo num conceito completamente diferente. Pastelaria! Ora, quem me conheçe minimamente bem, sabe que sou uma gulosa inveterada, sem perspectivas de cura :). Sendo assim, quem é como eu, não vai conseguir resistir a estes encantos que têm tanto de minucioso, como de deliciosamente real.
Vi algures à venda na net uns frutinhos minúsculos em Millefiore, uma técnica que é bastante conhecida, que consiste nums tubinhos com um motivo lá dentro, que depois se podem fatiar. Ora, estes em questão, eram de kiwizinhios, moranguinhos, melanciazinhas, limõezinhos, etc… aqui a yours truly, ficou encantada e pensou logo em mandar vir. A questão é que não encontrei ninguém que mandasse isso cá para este fim de mundo. Conclusão: como eu sou teimosa e como quando meto uma coisa na cabeça, sei que sou capaz de a fazer, decidi fazer os meus próprios! :)
Por isso, essas bananinhas, moranguinhos, laranjinhas, etc, que vêem nas fotografias, são autênticos, feitos a la mano, tal como ditam as regras. (isto é para aquelas pessoas que, quando chamam as minhas coisas de ‘caras’ eu tenho de explicar o trabalho por detrás de cada coisinha e de cada elemento).
Pois é, como já sabem, eu gosto de pôr a minha alma e o meu carinho em tudo o que eu faço e é por isso que ainda hoje fico magoada quando alguém olha para as minhas coisas e não percebe o trabalho artesanal e o tempo dispendido para cada coisa e as compara às que compram nos chineses do Martim Moniz.
Pronto, já chega do discurso reivindicativo, vou passar a explicar:
Brincos minúsculos. Com os bolos comuns de pastelaria: mil folhas, pirâmide, xadrês, torta de chocolate, queques com cobertura de chocolate e, os meus favoritos ( e do meu papá), os húngaros!:)
Feitos em Fimo, com fecho de espetar atrás. Não adianta colocar as dimensões, creio que a moeda de um cêntimo dá para ter a noção do tamanhinhoJ Sim, já sei, vão dizer que sou maníaca!
São entregues numa caixinha de Origami em papel metalizado e com forma de rebuçado.
( 6,50 tortas)





6 comentários:
Estão lindos Ana! São a coisa mais fofa que eu vi nos últimos tempos.
Adoro!!!!
Ana, estao espetaculares! =)
Queria pedir-te que me vendas as piramides porque adoro o bolo e estao tao fofinhas!!!
Beijocas****
que show, Ana!
p.s.: sei exactamente como te sentes em relação ao valor das peças... acho que são muito poucas as pessoas que dão valor a tudo o que está por trás de uma peça - o conceito, o tempo, o trabalho, o carinho, aquele bocadinho de nós que vai com cada uma...
Ainda bem que gostaste...:D
Ando maravilhada com estas novas descobertas, não sei como não me lembrei disto antes, ihihi...
Pois é, essa questão do valor é muito complicada... porque não se trata só de um valor monetário. Pelo menos, para mim, não. Mas ainda existem umas poucas pessoas que compreendem. E é por essas que continuamos a fazer o que fazemos, não é?? :)
Beijos grandes
Namastê********
Ana, adorei o seu trabalho!
Fiquei apaixonada pelos hungaros, estão lindos! :)
Beijinhos
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