sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Queques com cobertura de chocolate

Mais uma série de duas pregadeiras, desta vez com quequezinhos com cobertura de chocolate e chantily.
Entregues em caixinha de Origami em forma de rebuçado.
(8,00 queques)

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Bolo de Chocolate e morangos

Pregadeira com bolo de chocolate, creme de chocolate e moranguinhos e limõezinhos em Millefiore miniatura. :)
As fatias que foram cortadas transformaram-se em brincos. Assim até podemos dizer quando alguém nos diz 'Oh, que pregadeira tão gira que tens' , nós mostramos as orelhas e dizemos ' e olha , estão aqui as duas fatias que faltam'!! :D
Desta feita fiz a caixinha básica em Origami a lembrar as das Pastelarias mesmo, em papel de manteiga e tudo, atada com o cordelinho, tal e qual como nos bolos reais. (Não digam a ninguém, mas eu quando era pequena, pensava que o papel de manteiga se chamava assim porque era feito com manteiga mesmo. Daahh... só depois é que percebi que se chamava assim porque era usado antigamente para embrulhar a manteiga. Enfim, não liguem. É mais uma da categoria de eu achar que o bacalhau é um peixe assim espalmado, como o vemos no supermercado, tipo raia. Algumas pessoas sabem do que estou a falar, não é André? ;D )
Anyways, esta ideia da caixinha com o cordel, foi ideia do meu passarinho, foi ele que se lembrou que era fixe, para dar mais autenticidade à cena. O miúdo tem ideias fixes, pá! Sacana do puto! :)
Pregadeira (10,00 bolos)
Brincos (6, 50 bolos)
O conjunto (15, 00 bolos)

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Pirâmides de Chocolate

Pregadeira com o bolo pirâmide. Guardanapinho em azul, para não sujarmos os dedos com o chantilly, ihihih...:)
Mais uma caixinha em Origami, da autoria de Tomoko Fuse, feita com 8 módulos que se encaixam.
(10,00 pirâmides)
É verdade: acerca dos Workshops de Fimo, Origami e Feltro que falei num post anterior, já tenho a informação dos dias. Podem vê-la no blog do Espaço J, aqui. Está lá tudo, desde as horas da formação, local, etc... se tiverem dúvidas, liguem para lá, com certeza que vos respondem a todas as perguntas :).
Os workshops são destinados a jovens dos 14 aos 35 anos, custam 5 euros cada um, com materiais incluídos.
Para quem tiver mais de 35 anos e quiser aprender estas técnicas, contacte-me através do blog ou do mail, porque eu estou a considerar a hipótese de fazer mais workshops fora do âmbito da Quinzena da Juventude, para que toda a gente tenha hipótese de aprender. No caso da quinzena, dado ser um projecto dirigido aos jovens, eles não podem mesmo aceitar inscrições de pessoas acima dos 35.
Contudo, repito: quem quiser, quem não viu a programação a tempo ou não foi a tempo de se inscrever, contacte-me. Assim que tiver algumas pessoas interessadas, tento marcar outra data. As inscrições têm diferentes datas limite, mas não deixem para a última, porque a lotação é pouca, 8 pessoas, no máximo.
Quem tiver quaisquer dúvidas, apitem! ;)

Miniaturas

Mais uma pregadeira em Fimo. Desta vez com miniaturas de bolinhos: donuts, xadrês, húngaro, biscoitinhos.
Não se vê bem a moeda para ter noção das dimensões, mas tem cerca de 3 cm de diâmetro.
Entregue em caixinha de Origami em forma de rebuçado
(10,00 biscoitos)

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

More candy

Mais umas amostras de pastelaria.:)
Desta vez é em versão pregadeira, para usar mais perto do coração, que é o lugar que os doces ocupam em mim, ihihi...;)
Xadrês, outro dos meus bolos favoritos. Mas mais os do Tico- Tico e os da Moderna, que há certos cafés e pastelarias ( não vou difamar, claro) em que não são grande coisa. Sim, porque isto de se ser uma aficcionada da pastelaria, tem que se lhe diga! Eu não ando aqui relativamente a brincar, o que é que julgam!? Se queremos comer um bom croissant de ovo, temos de saber qual é o melhor sítio onde ir (por acaso, croissants é no Tico- Tico). Sendo assim, se efectuarmos um estudo prévio (que, por vezes, pode mesmo demorar anos), temos a certeza de conseguirmos o melhor sítio para cada bolo.
E nem pensar em experimentar sem se saber!! Sabemos lá o que nos pode calhar na rifa! Não, não, isto da pastelaria pro é para entendidos, não queremos cá meninos! :D
Bem, um dia destes, quando fizer uma bola de manteiga, vou postar aqui fotos das melhores bolas de manteiga do MUNDO! Que, toda a gente sabe cá no Barreiro, é a Pastelaria Moderna a autoridade máxima nessa área. Não há quem não conheça a Moderna e a sua mítica Abelha Maia à entrada, daquelas que se pôe moedinhas para andar. Eu cá duvido que aquilo ainda trabalhe, mas, de qualquer modo, apraz-me muito ver que ela continua ali, igual aos tempos em que eu tinha idade para caber em cima dela...:)
Fica para outro dia, a minha homenagem à Moderna.
Bom, voltando ao caso: pregadeiras de xadrês, com guardanapinho em Fimo meio translúcido, pormenor deveras subtil mas que, ainda assim, faz toda a diferença.
Entregue em caixinha de Origami, modelo criado por Tomoko Fuse que é considerada a melhor mestra de Origami Modular (peças de Origami criadas com vários módulos).
(10,00 pastéis)

Fimo Candy =)

Estive embrenhada numa descoberta estas últimas semanas e andava em pulgas para postar aqui as fotos… :) Ora bem, voltei um bocado ás raízes e fui pegar no FIMO, um material que já conheço há vários anos, back in the days quando eu fazia caixinhas com fadinhas e cogumelos mágicos, forrava cigarreiras e copos de vidro. É um material que me agrada muito, dada a sua maleabilidade e as suas possibilidades infinitas. É bastante resistente, também. Voltei a pegar nele, por causa de um anel que comprei a uma rapariga, num site chamado artesãos.com ( loja virtual com muitos artesãos), a Joana Conde. Comprei-lhe um anel com um ratinho super amoroso e com uma fatia de queijo. :) Assim que o recebi pelo correio, fiquei com o bichinho do Fimo e, desde então, tenho andado a redescobrir a pólvora! Desta feita, decidi aplicá-lo num conceito completamente diferente. Pastelaria! Ora, quem me conheçe minimamente bem, sabe que sou uma gulosa inveterada, sem perspectivas de cura :). Sendo assim, quem é como eu, não vai conseguir resistir a estes encantos que têm tanto de minucioso, como de deliciosamente real. Vi algures à venda na net uns frutinhos minúsculos em Millefiore, uma técnica que é bastante conhecida, que consiste nums tubinhos com um motivo lá dentro, que depois se podem fatiar. Ora, estes em questão, eram de kiwizinhios, moranguinhos, melanciazinhas, limõezinhos, etc… aqui a yours truly, ficou encantada e pensou logo em mandar vir. A questão é que não encontrei ninguém que mandasse isso cá para este fim de mundo. Conclusão: como eu sou teimosa e como quando meto uma coisa na cabeça, sei que sou capaz de a fazer, decidi fazer os meus próprios! :) Por isso, essas bananinhas, moranguinhos, laranjinhas, etc, que vêem nas fotografias, são autênticos, feitos a la mano, tal como ditam as regras. (isto é para aquelas pessoas que, quando chamam as minhas coisas de ‘caras’ eu tenho de explicar o trabalho por detrás de cada coisinha e de cada elemento). Pois é, como já sabem, eu gosto de pôr a minha alma e o meu carinho em tudo o que eu faço e é por isso que ainda hoje fico magoada quando alguém olha para as minhas coisas e não percebe o trabalho artesanal e o tempo dispendido para cada coisa e as compara às que compram nos chineses do Martim Moniz. Pronto, já chega do discurso reivindicativo, vou passar a explicar: Brincos minúsculos. Com os bolos comuns de pastelaria: mil folhas, pirâmide, xadrês, torta de chocolate, queques com cobertura de chocolate e, os meus favoritos ( e do meu papá), os húngaros!:) Feitos em Fimo, com fecho de espetar atrás. Não adianta colocar as dimensões, creio que a moeda de um cêntimo dá para ter a noção do tamanhinhoJ Sim, já sei, vão dizer que sou maníaca! São entregues numa caixinha de Origami em papel metalizado e com forma de rebuçado.
( 6,50 tortas)

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Alianças

Mais um projecto de Joalharia. Este para mim é bastante especial. Por um lado, porque foi o primeiríssimo projecto na área da Joalharia, quando eu entrei para o Ar.Co há cerca de dois anos e meio. Por outro, porque estas foram feitas à minha medida e do meu passarinho. :)
O conceito do projecto era a União e essa ideia aplicada ao símbolo físico da Joalharia: as alianças de casamento.
Depois de ler o exercício, decidi logo que queria que as minhas alianças se encaixassem ou se unissem de algum modo, mesmo antes de ter qualquer ideia do seu formato.
Acabei por chegar a esta forma que considero que exprime de forma sublime tudo o que eu quis transmitir.
O amor é união: a peça, em si, fisicamente, une-se.
Quando estamos de mãos dadas, é possível encaixá-las uma na outra.
O amor é infinito: as alianças, vistas de cima, as duas juntas, formam o símbolo do infinito ∞.
Anatomia sexual: a aliança masculina tem um gancho que se encaixa na fenda da aliança feminina.:)
A aliança masculina, quando não está encaixada na feminina, adapta-se ao dedo médio e assim não causa desconforto nem se torna um empecilho.
Depois fiz a embalagem. Um dos requisitos nos projectos desta escola era termos de desenhar a embalagem de suporte das peças que criávamos.
Aqui, usei um material plástico da Canson, polipropileno em folha, um material que oferece muitissímas possibilidades na criação de diferentes objectos: cadernos, embalagens, candeeiros, ou até malas, como eu já mostrei neste post.
Nesta embalagem, utilizei porcas e parafusos para a montar e ela pode ser remontada mudando a configuração e reposicionando os parafusos. As alianças sustentam-se encaixando no material e ficam suspensas, dando um ar de leveza ao conjunto. Para rematar, coroei a embalagem com duas violetas verdadeiras, que condiziam com a côr do plástico. O aspecto final do conjunto remete-me sempre um bocado para o formato do bolo de casamento.:) Até que não me importei muito, uma vez que o tema andava aí por essas bandas.
O material: latão com banho de ouro.

Anel Fritsch

Ora bem, desta feita vou postar umas fotos de uma área em que também trabalho muito mas que ainda não tinha falado: Joalharia.
Este anel foi um dos projectos que fiz enquanto frequentei o Ar.Co. Neste momento estou noutra escola, a Contacto Directo.
Este anel foi inspirado numa peça de um joalheiro alemão, Karl Fritsch, e fez parte de um projecto que fiz sobre este autor. Um autor muito interessante, cujas peças, á primeira vista não me disseram grande coisa mas que, depois de saber o processo por detrás da sua criação, me disseram muito.
Este senhor pega em quase todos os academismos e fórmulas 'sagradas' da Joalharia que quase ninguém questiona e subverte-as completamente. Utiliza materiais nobres como o ouro sem dar acabamentos, sem evidenciar o que de mais nobre o material tem; pega em 'carradas' de pedras preciosas e amontoa-as sem grande aprumo e de forma quase negligente. Vão ver, para poderem ter uma abordagem deveras diferente da Joalharia.
O anel é feito em prata de 925 milésimas. O objectivo do exercício era redesenhar uma peça de um autor escolhido por nós e a peça final teria de recorrer a várias técnicas de montagem sem recorrer a soldaduras. Neste caso, toda a montagem que fiz foi através de encaixes e recortes.
Nas minhas peças, tanto na Joalharia como na Bijutaria, gosto de explorar o lado mais excêntrico da forma, fazer jóias que, como muita gente diz, são "pouco práticas". Isto porque acho que as jóias podem dar-se ao luxo de serem maiores, ou com protuberâncias, se forem encaradas numa perspectiva de que não as iremos usar todos os dias, mas apenas em ocasiões especiais, como aquele vestido que até aperta quando nos dobramos, ou aqueles sapatos de salto alto que nos fazem doer os pés mas que nós usamos só de vez em quando...
Alguém me disse uma vez em relação a este assunto: " Queixam-se que as jóias não são práticas. e andar de saltos altos? Também não é prático. E, no entanto, todas as mulheres usam!" Acho que esta opinião espelha bastante o que quero dizer quando alguém diz o mesmo em relação a este anel.:)
O meu professor diz que " Se as pessoas querem ter jóias para dormirem com elas e andarem 24h por dia com elas e tomarem banho com elas, não é o tipo de jóias que fazemos na Joalharia artística ou denominada de autor. Que vão ás Parfois e Bijus comprar esse tipo de produto, porque o que nós fazemos é explorar conceitos diferentes e inesperados".
Concordo com ele. Para mim, os acessórios servem não apenas para espelhar algo sobre nós, mas também para nos sintonizarmos com o que gostamos, com o que vemos, ou como costumo dizer, 'andar com um bocado do mundo como extensão de nós próprios'.
Faço muitas peças com formas esvoaçantes, intrincadas, com elementos espetados e que se salientam... assimétricos. Porque tento captar em cada um deles, a regra da Natureza, do Cosmos, daquilo que está ao nosso redor.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Pato Fortunato

Novidades fresquinhas!!...=)
Pois é, tenho andado meio desaparecida e com muitas novidades para contar. Nem sei bem por onde começar.
Primeiro, aprendi a fazer Origami. Algumas das pessoas mais próximas já sabem, aliás, estão carecas de saber, uma vez que ando sempre com papelinhos atrás, ehehe...:)
Para aqueles que não sabem, aqui fica a história. Há coisa de uns dois ou três meses, num Sábado à noite em que não me apeteceu sair, decidi ir pesquisar no youtube algo sobre Origami. Bem dito, bem feito! Foi o melhor que podia ter feito. Logo ali, até às 3 da manhã fiquei a fazer passarinhos, estrelinhas, caixinhas, etc...
Devo dizer que o youtube é o melhor sítio actualmente para quem está à procura de tutoriais acerca do que quer que seja. Sério! Se procuram informação ou vídeos que mostrem como se faz alguma coisa, lá encontram quase de certeza.
Posto isto, fui aperfeiçoando a técnica, vi alguns livros, pesquisei noutras páginas e fui arrecadando conhecimento. Para começar, o melhor é, sem dúvida, com vídeos. Faz-se enquanto se vê, pausa-se, pôe-se para trás para ver melhor, enfim, é o melhor para se começar a aprender. Contudo, convêm procurar-se alguma informação escrita, para se saber certos termos da gíria, como o nome das dobragens, as bases ( formas regulamentadas que servem de base para muitas formas de origami).
No conjunto de links que tenho em baixo, com os sítios que gosto, podem ver que pus lá alguns sites acerca de Origami. Muito bons.
Eu sempre quis aprender a fazer Origami, por isso fiquei tão contente por ter descoberto tudo isto sozinha e por iniciativa própria. Aliás, as últimas coisas que aprendi na minha vida ou que, mais correctamente, meti na cabeça que queria aprender, foram todas por este método: ir procurar informação. Feltrar com a agulha, comprei uma revista em que explicava como se fazia. Anéis de cristal Swarovsky, a mesma coisa, comprei uma revista que ensinava os esquemas. Não é tão difícil quanto se pode pensar, acreditem! Basta termos um bocadinho de vontade e paciência e conseguimos. E sabe muuuito melhor quando, no final, olhamos para uma coisa que acabámos de fazer e sentimos que o desafio nos deu um gozo tremendo. Por isso, acreditem que conseguem. E se precisarem de ajuda, não hesitem em pedir, claro! Há imensos sítios, fóruns, etc em que podem conversar com malta disposta a compartilhar conhecimentos. Houve uma pessoa que me ajudou e mandou um link para fazer um Origami muito bonito, uma rapariga da Roménia que tem um blog, a Adina Paun, muito simpática, não deixem de espreitar o blog dela.
Bem, depois do testamento, passo a apresentar os novos produtos:
Aqui vemos mais uma vez o Pato Fortunato, cuja história já foi descrita aqui. Pregadeira em feltro macio, entregue em embalagem de Origami pentagonal bicolor, com um tsuru (passarinho) em miniatura.
Esta embalagem foi uma das primeiras que aprendi a fazer e é muito bonita.
( 8,00 patos)
Já dei esta informação a algumas pessoas, mas passo aqui aos que ainda não tive a oportunidade de dizer: Na quinzena da juventude, cá no Barreiro, vou fazer três workshops, todos eles nos Espaço J. Um de Origami, claro :), um de Feltragem com Agulha e ainda outro de Fimo. As inscrições ainda não estão abertas, creio, mas assim que souber quando estarão, eu aviso. Em todo o caso, podem ligar sempre para o Espaço J para pedirem informações. O número é: 21 207 14 93
Mas atenção que as inscrições estão limitadas a 7 participantes, por isso, não deixem para a última ;). Cada workshop destina-se a jovens dos 14 aos 35 anos têm um custo de 5 euros por cada inscrição, com materiais incluídos.