terça-feira, 15 de março de 2011

E mais um relicário... já tinha saudades destes. :)

Olá minha gente!...

Ahh... isto são horas? Epá... pois, não são... mas é que o trabalho anda a acumular. Estive doente, ainda por cima... passei o Sábado da manifestação à rasca sim... mas no hospital. Gostava de ter ido. Mas fiquei a secar 5 horinhas nas urgências.

Mas... worry not... porque não foi nada de muito grave e já me encontro em recuperação.

Vim cá só deixar esta novidade.

Ah... e andam aí moooontes delas para contar... :)  vou ver se conto esta semana. Mas posso-vos dizer isto... é um novo blog.

Depois explico. ; )


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Uma chave trabalhada, um papel enrolado, uma pétala de uma rosa minúscula...


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Num relicário de vidro, com elementos em latão envelhecido.


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Dans un petit baú... azul às pintas.


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(11,00 relíquias)

Mais info para:
jaqueline.ana@gmail.com


sexta-feira, 4 de março de 2011

♥ novas peças prêt-à-porter ♥ :)


Hoje venho mostrar-vos então as primeiras peças Prê-à-Porter (nome sugerido pela Tânia e que sem dúvida, é melhor que o meu 'low-cost') de que falei ontem.


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Des petites princesses...=)


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Objectos do imaginário feminino... um espelho, um sapato de salto alto.
Elementos em bronze envelhecido e lacinho em latão (idem). Pérolas sintéticas e cristal transparente.

(dimensões aprox: 4cm)

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Mais dois objectos femininos. =)
Ando numa disto, que querem?...

(dimensões aprox: 3cm)

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Bronze e latão. Cristal facetado rosa-pálido.

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As promised... les caisses.

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Usei feltro em bruto (lã, portanto), para acolchoar a coisa. Que acham?

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Disponíveis, ambos. 

Info para: jaqueline.ana@gmail.com

(7,00 princesas)



quinta-feira, 3 de março de 2011

♥ Mudanças e Constantes...♥


Bem, depois do post de ontem, hoje venho falar de algo diferente. 
Ando, já há algum tempo, como sabem, a tentar fazer vida da minha arte. Nem sempre é fácil... apesar de muita gente valorizar e louvar o meu trabalho, ainda assim, muita dela não tem possibilidades de despender do dinheiro para o comprar. A conjuntura actual não favorece muitos de nós e a verdade é que não ando a conseguir ter o retorno financeiro esperado/aceitável que necessito, tendo em conta a dedicação e o tempo empregue no que faço.

No que toca ao apego e à dedicação que ponho em todas as peças que aqui vos mostro, creio que serão todo/as unânimes ao acharem que é algo de muito visível, seja nas próprias peças em si, seja no espaço 'físico' blog em que me empenho sempre em contextualizar o público, explicando os conceitos e os porquês de tudo, seja na apresentação, embalagens, acabamentos, etc...

Ora, pois bem... eis que chego à conclusão que tenho de fazer aqui uns ajustes: ou seja, estou a pensar em dar-vos uma linha de acessórios mais 'low cost', digamos assim, em que, apesar da qualidade e do acabamento não ser afectado, certas coisas como a embalagem e o conteúdo da mesma serão menos elaborados. 
Isto trocado por miúdos: eu passo imenso tempo na confecção das embalagens quando, necessariamente, a pessoa, o que vai usar é o seu conteúdo, certo? E portanto, apesar de ter o seu charme e de ser uma coisa que eu gosto muito de fazer, cheguei à conclusão que o melhor era mesmo comprar algumas embalagens pré-feitas que me possibilitassem poder 'gastar' o tempo que 'perco' a fazer algumas delas a produzir peças que podia vender mais massificadamente, a um preço mais baixo.

E aqui, quando digo que 'perco' tempo a fazer as embalagens, não é no sentido de perder em si... mas é mais num sentido de ter um método de trabalho mais sustentável e que me permita produzir mais peças usáveis=fazer mais vendas.
Ou seja: eu não vou deixar de fazer o que faço: haverão sempre as peças detalhadas, feitas de raiz, com muita dedicação e amor e que serão sempre aquelas que me satisfazem, mais... :)  

E essas, continuarão a ser vendidas ao preço que as vendo já, porque não posso mesmo dar o meu trabalho (já falei disso aqui outras vezes), não seria justo. E as pessoas que decidirem dar o ser valor, irão continuar a comprá-las. Estou a falar mais particularmente das miniaturas em Fimo, por exemplo e quase todas as peças em Fimo, que dependem de uma construção mais 'de raiz' e não as outras, que são mais à base da 'montagem', como algumas peças de bijutaria, por exemplo.

E, aliado a isto, ter as embalagens já feitas, poupa-me imenso trabalho e tempo, pelo que posso diminuir um bocadinho o custo das peças e ficamos todo/as a ganhar com isso: vocês porque podem comprar algumas delas mais facilmente; e eu, porque consigo ter um meio de rendimento mais estável e seguro que me permite criar depois as outras com maior liberdade de poder conseguir vendê-las ou não.

No fundo, assemelha-se um bocadinho ao conceito da alta-costura e do pronto-a-vestir: há sempre diferenças, claro, não se pode demorar dez vezes o tempo a fazer uma peça de alta-costura e depois vendê-la ao preço do pronto-a-vestir. É lógico. E haverão sempre compradores para ambas as vertentes. Há agora é a escolha consciente, da minha parte, de vos oferecer alguns produtos a um preço mais acessível. :)

Andei bastante tempo a lutar com esta ideia, isto porque, quem me conhece, sabe que detesto 'fabricar' coisas em quantidade. Para mim sempre foi o particular, o único, o irrepetível que me fascinou. O pequeno universo que um objecto único pode conter... :)  ( a sua história, o seu 'porquê', etc...).

Mas lá está... há que ir aprendendo certas coisas e, se este registo, até agora, apesar de me providenciar uma satisfação e realização pessoais imensas... eu não vivo só disso, né? Ninguém vive. E portanto, trata-se de fazer algumas cedências e de aceitar certas realidades e fazer um bocadinho aquilo que (não é detestar, porque eu nunca detesto criar, atenção) me dá um pouco menos de satisfação.

Maaaaassss... a vida é mesmo assim! :)  la la la la la la ♥


E passando agora a mostrar as ditas embalagens, ficam desde já a vê-las, são giras na mesma (sim, achavam que eu ia escolher uma coisa feiosa?... claro que não, né?...;D) e serão utilizadas agora em algumas das peças (não todas), sejam elas low-cost ou não. Estou a experimentar. :)

Gosto particularmente da nuvenzinha e do baú.

Ahh, comprei-as pela Coimpack. Têm muuuuuuuita variedade. E a entrega foi mega-rápida: fiz a encomenda num dia à noite e no outro dia de manhã estava cá o gajo da ChronoPost a bater-me à porta (aquela malta vive poucos anos, de certeza, numa profissão daquelas... andam sempre a mil! Deviam estar listados como uma das profissões mais perigosas de se ter. É isso e os entregadores da Telepizza... quando virem um na estrada, fujam!)


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E então?... Gostam? :)


Amanhã venho postar as primeiras dessas peças 'low-cost' (tenho de arranjar um termo mais bonito, pá... aceitam-se sugestões).






***********au revoir************mes amis****************à demain***********




quarta-feira, 2 de março de 2011

Algo que quero partilhar com vocês...

Olá. :)


Deparei-me ainda agora com um mail, um daqueles slideshows que, de vez em quando, toda a gente recebe, que achei fantástico. Regra geral não vejo muitos deles, mas como este era da minha professora de ioga, decidi ver. E ainda bem que o fiz!


Trazia um texto fabuloso, de um psicólogo brasileiro (acho) e que achei que espelhava bastante bem alguns dos sentimentos/mudanças que têm ocorrido comigo, interiormente. Já aqui o disse, é muito bom quando nos deparamos com coisas que reforçam o que estamos a sentir ou a vivenciar. :)  É mais uma confirmação que, se estivermos receptivos a elas, as coisas boas vêm ter connosco.


Achei que o texto merecia ser partilhado e espero que gostem.



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"Não foi apenas o avanço tecnológico a marcar o início deste milénio. As relações afectivas também estão a passar por profundas transformações e a revolucionar o conceito de amor. O que se busca hoje em dia é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar."

Isto é muito verdade... ou não concordam? Quantas vezes nos pomos na posição de 'Eu só não lhe dou isto, porque ele/a não me dá o que eu preciso!' ou 'eu só estou a agir assim porque tu estás a fazer isto!'... :)  Quantas? A verdade é que nós não devemos pautar o nosso comportamento pelo do outro. Ou seja, a reacção é normal... mas convém irmos tomando conta disto: que não estamos limitados ao que o outro faz para agir. Nós podemos escolher! As coisas são sempre neutras. São. Acontecem. A maneira como as olhamos ou pensamos é que faz delas positivas ou negativas. E é sempre tão mais fácil ir pelo positivo... isto é... não é mais fácil... mas é melhor. :)  Sentimos-nos mais leves. 
Por isso, não podemos mesmo responsabilizar o outro pelo nosso bem-estar. Nós é que temos esse poder, nós temos essa responsabilidade, nunca o outro.



" A ideia de que uma pessoa é remédio para a nossa felicidade, que nasceu com o Romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século. O amor romântico parte de uma premissa de que somos uma fracção e que precisamos de encontrar a nossa outra metade para nos sentirmos completos. Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido até mais a mulher. Ela abandona as suas características para se amalgamar ao projecto masculino.
A teoria da ligação entre os opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer aquilo que eu não sei. Se sou manso, o outro deve ser agressivo e assim por diante. Uma ideia prática de sobrevivência e pouco romântica, por sinal.

A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos a trocar o amor de necessidade pelo amor de desejo. Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente."



Tal e qual! :)
Lá está... não podemos ir buscar externamente aquilo que temos de procurar e encontrar dentro de nós próprios. Porque se o fizermos, tornamos-nos dependentes de uma relação, de retirar dela aquilo que nos faz falta. Mas isso não é gostar. Não é amar. Nem faz bem a nenhuma das pessoas. Só quando nos sentimos realmente amados em nós mesmos é que podemos amar os demais! 

Fogo... ouvi, li isto tanta vez... mas só mesmo quando ME senti assim é que compreendi! O alcance de tal verdade. Como disse um amigo meu (o meu mano galáctico) ;),  'não se pode dar de uma cesta que está vazia'. E é isso mesmo: como é que podemos dar uma coisa que não temos?... Até podemos pensar que damos... mas é sempre uma relação de co-dependência: eu dou-te, para tu me dares a mim, porque eu preciso. Como, mais uma vez, o meu mano disse: 'quando se diz ama o próximo como te amas a ti mesmo, geralmente esquecemos-nos da segunda parte da frase... o amarmos a nós próprios'.



"As pessoas estão a perder o pavor de ficarem sozinhas e a aprender a conviver melhor consigo mesmas. Estão a começar a perceber que se sentem uma fracção, mas que, na verdade, são inteiras."


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ISto lembra-me uma coisa muito especial que a Rusa (a minha hipnoterapeuta) me disse, logo na primeira sessão, enquanto ainda conversávamos: quando eu lhe disse que tinha alguma dificuldade em estar sozinha, que não gostava muito, ela disse-me isto, que fez toda a diferença: 'Ana, tu não estás sozinha. Tu estás acompanhada contigo mesma. É outra coisa bem diferente.' E ela tem razão. :)



"O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fracção. Mas, na verdade, não é príncipe, nem salvador de coisa nenhuma... é apenas um companheiro de viagem.
O Homem é um animal que vai mudando o mundo ao seu redor e depois tem de se ir reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou.

Estamos a entrar na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo. O egoísta não tem energia própria; ele alimenta-se da energia que vem do outro, seja material ou espiritual.
A nova forma de amor tem uma nova feição e significado: visa a aproximação de dois inteiros e não da união de duas metades. E esta só é possível para aqueles que conseguem trabalhar a sua individualidade."



Só quando nos sentimos suficientes a nós próprios é que podemos completar-nos ao dar o nosso amor aos outros. :)
Concordo com o que ele diz acerca do egoísmo. Já fui chamada de egoísta algumas vezes. E sei que provavelmente serei chamada outras tantas mais... mas acredito profundamente em ser fiel a mim mesma antes de o ser ao outro. Isso, para mim, abdicar de algo, por 'sacrifício', não vale. 
A palavra sacrifício implica que se faça algo que não se quer fazer. Como é que podemos estar a amar o outro ao fazer isso?... 

Não, a individualidade é o cuidarmos de nós próprios. Limparmos bem os nossos jardins interiores e tratarmos de os manter bem nutridos e bonitos (metáfora que a Rusa também usou). Senão, se deixarmos o jardim secar, murchar, apodrecer, que estaremos a dar aos outros, a pôr cá para fora...? Percebem-me? :)


"Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afectiva.
A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Pelo contrário: dá dignidade à pessoa.
As boas relações afectivas são óptimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, no sentido em que ninguém exige nada de ninguém e ambas as pessoas crescem. Relações de dominação e concessões exageradas são coisa do passado."


E nem dão bons resultados... porque o mais provável é que se vão acumulando rancores e mágoas, mais ou menos inconscientes, por ser ter 'abdicado de coisas, para estar contigo...', 'feito sacríficios para o bem* da relação'...

* que ironia... o bem. Eu também já tive este discurso, não me interpretem mal... hoje tenho consciência dele. É muito fácil cair neste tipo de registo.


"Cada cérebro é único. O nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém. Muitas vezes pensamos que o outro é a nossa alma gémea e, na verdade, a única coisa que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto."



Tããão verdade. Ainda me lembro de quando dava por mim a censurar o meu companheiro por ele SER que era. Que absurdo! Lá está, hoje tenho essa consciência... mas conseguia muitas vezes deixar que a frustração me consumisse por ele não agir de acordo com o que eu desejava/pensava/queria. Houve um dia na terapia, logo no início, em que ela me disse o seguinte: 'Ana, deixe de idealizar o ****. Ele simplesmente É. Você tem é de perceber se gosta dele assim, ou não. Não vale a pensa estar com o discurso de que um tem que mudar isto ou aquilo para as coisas passarem a funcionar... VOCÊ é que tem de olhar para ele como ele É e perceber se quer isso para si ou não!'

E aí... eu percebi. 
E, mais recentemente, percebi, ao ler o livro do Tolle, o quanto é importante não idealizar. Porque, ao idealizarmos, estamos como que a negar aquilo que uma coisa é. Ou seja, há aquele pensamento do 'gostava que fosse de outra maneira' e isso, de certo modo, é não gostar da coisa em si! Como é que gostamos de uma coisa que passamos o tempo a desejar que fosse diferente do que é?...

Caramba... foi ao perceber isto a sério que comecei a sentir-me mais leve... :)  e a dar-me bem melhor com todas as pessoas à minha volta. Simplesmente deixo-as SER. Para mim, amar, neste momento equivale a deixar ser.



"Todas as pessoas deviam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir a sua força pessoal. Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo e não a partir do outro."


Em boa verdade, eu posso dizer-vos que, mesmo que pareça difícil, não é preciso estar-se sozinho para se conseguir isto. :)  Eu, quando comecei a hipnose, percebi que estava um pouco mais distante do ***** porque, naquele momento, eu ainda estava a experimentar algumas ideias e sentimentos novos por mim mesma. E queria fazê-lo sozinha, sem lhe contar nada, pois estava ainda demasiado condicionada, presa ao que ele poderia dizer ou achar e deixar que isso influenciasse o meu modo de pensá-las. Ou seja... seria uma distracção para mim. Quis primeiro consolidar tudo bem aqui dentro, descobrir por mim mesma o que é que servia e era verdade para mim e só depois... só aí é que me abri com ele. Portanto, foi uma altura de algum desprendimento, de algum afastamento, mas nunca de separação. 

Isto para dizer o quê?... Que se pode fazer isto estando-se ao mesmo tempo com alguém. Alguém com quem, como o senhor diz, se tem uma relação saudável, em que se respeita e ama o outro e em que se cresce! :)  E eu sinto que tenho isso. Que sou uma sortuda. Que tenho ao meu lado alguém que está, tal como eu, a viver a sua vida. E vamos-nos cruzando, no meio, no nosso tronco comum... :)

"O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável. Nesse tipo de ligação há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado."


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Bom, espero que tenham gostado, eu sinto que, parte do meu caminho agora é fazer isto... partilhar estas coisas com vocês... já sabem o que eu acho: se não quiserem ler, podem sempre 'sckrollar down'. ;)


Bem hajam**************