quinta-feira, 25 de novembro de 2010

♥ Ok Libelinha, deixa lá estar...;p ♥

Pronto, já consegui perceber como é que isto funciona...:)

 Aninhas, obrigada pela ajuda na mesma, mas percebi que tenho de fazer upload do GIF no Photobucket e depois copiar o código html para aqui no sítio do corpo da página.
Caramba, até eu me espanto com este palavreado...:D  Para vocês pode não parecer muito, mas aqui para a campónia que até há bem pouco tempo andava a pedir ao irmão e ao namorado para lhe fazer cartões de visita no Photoshop significa muito!!




Photobucket


O meu gato anda a fazer mais ioga que eu...;)


Beijinhos a todos/as******

Ok, esta é para a Libelinha! =)

E pronto, já sabes que és a rapariga a quem recorro quando não percebo cenas da net... :) 

Libelinhaaaaaaaaaa... ajuda-me: eu pus um gif animado neste último post mas ele aparece estático. Não sei bem como fazer para ele aparecer animado, como por exemplo neste blog. Ou seja, no meu que eu publiquei, se clicares em cima da imagem, ela abre num separador à parte com ele já animado. Mas aqui no corpo da mensagem ele está estático. Consegues ajudar-me, please?? :)

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

♥ Novidades artísticas e espirituais ♥ =)

Olá amigos e amigas! =)

Não tenho andado muito por aqui, eu sei, pelo facto peço-vos desculpas mas hoje venho aqui partilhar uma data de coisas boas que me têm acontecido e que gostaria de vos contar. Não conseguirei dizer tudo agora mas, a seu tempo, vou partilhando convosco as descobertas que se têm efectuado e instalado em mim.

Muita coisa tem acontecido nas últimas semanas. Parece-me que os dias são mais compridos, apesar da mudança horária e, segundo o senso comum, serem mais curtos (e oiço toda a gente a queixar-se disso), a verdade é que, para mim, têm sido compridos no sentido em que, em cada um deles, vivo muita coisa, aprendo muita coisa! =)

Tenho aprendido. Tenho vivido e, sobretudo, tenho olhado de modo diferente para a realidade que me rodeia. Como devem ter percebido (pelo menos, alguns de vós, que lêem as letras que aqui escrevo), já há uns anos que comecei o meu caminho de auto-descoberta e de procura. Esse processo tem-me levado a muitos sítios, feito pensar muitas coisas e descobrir outras mais. Além da psicoterapia, do ioga, da acupunctura que já me deram bastantes respostas, (tanto a nível físico como espiritual) embarquei agora numa nova aventura: a hipnose! 

Sim, leram bem. A hipnose clínica é uma terapia muito focalizada nas emoções e na maneira como nós lidamos com elas. Graças a uma amiga muito especial (que apareceu na minha vida no momento mais oportuno possível e por causa da qual eu agradeço diariamente ao Universo por a ter feito cruzar o meu caminho), comecei agora esta aventura que, até agora (depois de 4 sessões) tem efectuado mudanças avassaladoras em mim.
Não pensei sinceramente que conseguisse ser sugestionável ao ponto de a hipnose poder surtir efeito, mas, para vos dizer a verdade, a hipnose, ou o transe hipnótico (como lhe queiram chamar) não tem nada a ver com aquilo que nos chega, de pôr pessoal a imitar galinhas e depois não se lembrar de nada.

Como me foi explicado (pela terapeuta que, além do mais, é um Ser humano maravilhoso), o estado hipnótico é um estado de plena concentração, não de inconsciência, como muitos de vós pensam (e também eu pensava), mas sim de plena consciência! Ou seja, a nossa mente nunca desliga. Nós lembramos-nos sempre de tudo. A questão é só no 'desligar' das outras sensações, emoções, barreiras que nos prendem. Nós criamos barreiras inconscientes enquanto estamos acordados. Na hipnose, o trabalho é feito a um nível mais profundo porquê? Porque o terapeuta vai tratando de nos 'sintonizar', de nos conduzir àquilo que realmente importa e que é a razão que nos leva lá (no meu caso, os ataques de pânico) e de a trabalhar, sem o resto das emoções, que, nessa altura, não estão lá a fazer nada.

Ou seja, é como desenhar, ou tocar, ou criar (para mim), foi como ela me explicou. É um estado de concentração muito grande, no qual nós estamos atentos apenas ao que estamos a fazer, o resto, pura e simplesmente, desliga-se, deixa de fazer falta. E portanto, quando ela me diz algo como 'Ana, tu és uma pessoa forte e confiante', eu acredito e programo o meu cérebro para pensar e me sentir assim, ao passo que, estando consciente, tenho os meus medos e dúvidas a 'sabotar' esse sentimento. E, como essa sugestão, feita mais directamente ou indirectamente (depende dos casos) é feita num estado muitíssimo permeável, acreditem que começam a reprogramar todos os padrões de pensamento e de comportamento que tinham anteriormente. E isto não tem nada de mágico nem de esotérico. É, tão pura e simplesmente, uma ESCOLHA vossa, que é feita em plena cosciência.

Para dizer a verdade, todo este processo tem tido várias abordagens. Começei tudo mais ou menos ao mesmo tempo. Não sei precisar bem, pois estas coisas não são bem quantitativas ou cronológicamente situáveis mas, se me puser a pensar nisso, começou praticamente há um mês, esta fase mais intensiva.
Estava a ficar absolutamente bloqueada com a questão dos ataques de pânico e de eles me impedirem de fazer a minha vida normal, como sair de casa e, mais precisamente, ir a Lisboa sozinha. Conseguem imaginar? Provavelmente não. Não vos censuro. Eu própria antes de ter o meu primeiro ataque de pânico não era capaz de compreender até que ponto podemos ter atitudes e comportamentos irracionais quando estamos nesse estado.

Mas o que é um facto é que as emoções nos dominam nesse momento e nos toldam o pensamento racional. Não sei bem explicar o que começa primeiro, é um conjunto de situações psicológicas, fisiológias e emocionais que, no culminar, se tornam avassaladoras. Para mim começava (sim, reparem no pretérito perfeito) com um pensamento: "Epá, era muita chato dar-me uma coisa 'daquelas' agora..." e pimba. Era só dar a sugestão para ele já lá estar. E, a partir daí, eram desencadeados processos físicos decorrentes desse pensamento, que são os normais numa situação de alerta: coração acelerado, transpiração, respiração hiperventilante, formigueiro e dormência nas extremidades (mãos e dedos, pernas e pés), tonturas... tudo sintomas da hiper-oxigenação do sangue e do cérebro.

Bem, como eu li num livro que ando a ler ( já lá vou), nestes casos, como as sensações são despoletadas por um pensamento e não por uma situação real, a ansiedade não tem por onde escapar, por isso mesmo, torna-se tóxica para o organismo. Se isto acontecesse numa situação de alerta/fuga, o meu corpo teria um estímulo exterior ao qual responder e reagia. Mas como a situação era interna, não existia para além da minha cabeça, a energia toda como que 'entupia' o meu corpo e tornava-se assim prejudicial.

No meu caso, além de ser uma questão psicológica, existe aqui uma componente física importante que se manifesta através de um problema hormonal do qual sofro há cerca de 5, 6 anos. É uma história comprida, mas, para abreviar, é uma desregulação e hipersecreção de certas hormonas e que acabam por me tornar mais reactiva a situações de ansiedade do que outras pessoas que não tenham esta disfunção. Estou a tratar o problema através da acupunctura pois, desde a altura em que ele surgiu, a medicina convencional tem demonstrado muitas lacunas e falhas. Tanto ginecologistas, como endocrinologistas, como dermatologistas, enfim... olhem, já nem vos sei dizer ao certo por quantos médicos diferentes passei e quantas opiniões diferentes ouvi... sei que nenhuma delas me deu soluções verdadeiras para o problema.

Cada uma focava-se no sintoma da sua especialidade e nada mais. Ao passo que o meu acupunctor olhou para todos os sintomas em conjunto e fez um diagnóstico global. E foi preciso que todas as outras falhassem para eu ir dar aqui, onde estou. :) Como vêem, é tudo uma questão de percepção. De tirar o que importa do que acontece. De não me isolar e bloquear no pensamento " Mas porque é que isto não se resolve?", "Porque é que isto me está a acontecer a mim?" e sim de perceber que estas situações foram necessárias para me levarem onde estou. É o percurso que interessa, não o destino.

Entretanto, queria falar-vos de um livro absolutamente espantoso que comecei a ler, do Eckhart Tolle. Chama-se "Um novo mundo". Não sei se alguém aqui já ouviu falar dele ou se, inclusivé, já o leu mas... garanto-vos... está a ser uma viagem e peras!!=)
Posso honestamente dizer-vos que é um livro que muda a vossa vida. Aliás, o livro não muda a vossa vida, ele é apenas uma ponte, um instrumento, pois VOCÊS é que SE mudam e, consequentemente, mudam a vossa vida.
Comecei a lê-lo pois estava cá em casa já há uns anos e eu sempre ouvi falar dele, através de um amigo muito próximo, que também despertou para esta nova consciência. Decidi começar a lê-lo pois esta altura pareceu-me deveras acertada para isso. E ainda bem que o fiz! =)

Dou-vos este conselho: leiam-no. Podem até ter algum cepticismo em relação ao que vão ler na capa, na sua sinopse, tudo isso. Bem sei que eu tive. Mas mantenham uma mente aberta e verão que aquilo de que o livro vos fala é algo de tão profundo e verdadeiro a cada ser humano que é impossível não o entender.
No princípio tive algumas dificuldades em entender o senhor. Isto porque, aquilo que eu estava a ler fazia-me muito sentido, sim, mas estava a faltar-me compreender totalmente onde ele estava a querer chegar. Ainda estava demasiado presa a certas maneiras de pensar. Mas comecei a libertar-me de algumas delas e houve mesmo uma altura em que senti que me tiravam um véu da frente dos olhos. Esse véu não é mais do que o nosso pensamento, toda a nossa personalidade e carga e bagagem emocional que nos condicionam a pensar de acordo com aquilo que sabemos.

Bem, não queria divagar muito nem soar demasiado abstracta, mas...:)  queria apenas dizer-vos que este livro é o responsável pelo meu renascimento. Sim, sinto isso. Que renasci. Isto porque, as coisas das quais ele fala são coisas que eu me lembro de sentir desde muito pequena (8,9,10 anos). Ou seja, já na altura eu sentia isso como parte do meu SER e não tinha lido nada, não sabia nada, não falava de nada disso com ninguém. Apenas as sentia. Pois agora sabe muito bem ver alguém verbalizar ideias, sentimentos e emoções que, para mim não são estranhas pois sempre fizeram parte de mim! =)  É como se as reencontrasse. Daí eu dizer que, aquilo de que ele fala, é tão verdadeiro e profundo que não dá para não se perceber.
Pode ser que vocês até nem tenham nunca sentido essas coisas, que as sintam pela primeira vez agora, mas uma coisa vos garanto: elas são universais! São unas e estão presentes em cada um de nós.


(...)

Bom, para não vos chatear mais, vou passar ao que se costuma fazer aqui neste blog que é mostrar fotografias e dar-vos uma boa parte de mim: o meu trabalho. :)

Mas queria ainda dizer obrigado às pessoas que vão ler este texto. E que costumam ler os meus textos. Porque, daqui em diante, é possível que passem a haver mais uns quantos. Disso e doutras coisas, como já referi naquele post em que digo que, às vezes, dá-me vontade de partilhar aqui outras coisas que não as minhas peças: partes da minha vida, coisas que vejo, que sinto. E decidi que este espaço que, ainda por cima, tem o meu nome, tem de ser isso mesmo: um reflexo de mim mesma.
Espero que gostem. Espero poder partilhar muito mais convosco. Para os que não quiserem ler, podem sempre fazer scroll down! O mundo democrático e o livre-arbítrio são fantásticos! ;)


Bem hajam********





Então é assim: temos novas miniaturas para as orelhas, com uma escala bem pequena, com pormenores de silicone. Os cupcakes da moda (aos quais também já me rendi, obrigada Verinha, por me teres oferecido aqueles óptimos nos meus anos, fizeram-me mudar de ideias), em diversos sabores.
































Petits, petits...



Vanillaaaa....

E também gelados. :)
Bem sei que está frio, mas quando estes foram feitos ainda estava suportável para comer gelados. Pensem nisto como um interlúdio quente, no meio do Outono frio e chuvoso.








Menta e chocolát...la la la








Pistachio e smarties...

(aqui entre nós, não acharam sempre o gelado de pistáchio bom na teoria, mas depois na prática...?)








Fresaaaaa...












Ok e agora estes...
eu admito, prontos, ok, eu sou mesmo maluquinha, passadinha dos carretos, mas o que é que querem?!?!

Lembrei-me de fazer uns mini Perna de Pau quando estava a comer um nos Açores. E tive de fazê-los como manda a lei: com o pauzinho de madeira e tudo.
(cortei lascas de um palito com um x-acto daqueles de médico. fiu, fiu, fiu, assobia e tal.. que não é nada...)








"oohh, she's a maniac, maaaaniac..."












E, pensamento análogo: o Clássico, EPÀ!


















Os Clássicos da Olá.
Acham que eles me vão processar? Alguém conhece um bom advogado?... just in case.





 Photobucket


Ahh, é verdade... tenho mais uma novidade: tenho uma máquina nova! =)
Agora até me passo com a qualidade das fotos.
E até já faço estas animações catitas, sozinha, estou tão orgulhosa de mim mesma!! Quem me viu e quem me vê... ;)


Beijos*******



(10,00 guloseimas)